Foi uma tarde de domingo bem passada, uma das que me faz dizer que gosto de viver no Carvalhal.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Há dias vendi a minha guitarra, a minha primeira guitarra, uma guitarra electrica behringer que comprara num pack para iniciantes. Quando o meu pai me comprou este pack eu não pensava noutra coisa, estava tão empolgado, e cada vez mais. mas a certa altura comecei a deixar de tocar com tanta frequencia, parecia que desmotivava, nem me lembrava da guitarra, quando tinha tempo livre, o meu desinteresse agravou ainda mais quando as pessoas que me viam a tocar naquela guitarra e começavam a dizer mal, a dizer que a guitarra não prestava, a dizer "essa guitarra nem deve dar para afinar! ahah" e por aí em diante, ou seja, se a motivação já não era o meu forte, a partir daí ficou cada vez pior. No final do Verão, umas amigas minhas que tinham uma banda meia virada para o metal (que não é muito o meu estilo, mas de que consigo tirar um bom proveito) precisavam de um guitarrista e convidaram-me, sabendo perfeitamente que ainda não sabia tocar "nada de jeito", o que achei estranho, mesmo sabendo que elas queriam era alguém porreiro e amigo comum para o ambiente continuar bom, mas é claro que aceitei, apesar de ter sido uma decisão conscienciosa e muito premeditada. encarei-a como um desafio e um encorajamento nesta aventura da música. No início do ano lectivo comecei a ensaiar com elas. É claro que também estas gozavam com a minha guitarra (como se a minha guitarra fosse muito má, ou como se elas percebessem o que é uma guitarra realmente). Quando a Fedra (a outra guitarrista da banda) comprou uma guitarra nova, eu comecei a usar a ibanez que ela tinha, nos ensaios e nos concertos, o que abafou imediatamente todas as vozes que me atormentavam. Entretanto, com todo aquele estimulo da banda, de aprender as músicas que elas já tocavam e isso tudo, senti-me a evoluir rapidamente na guitarra, o que me dava imensa pica. Entretanto fomos tendo concertos, onde cometi alguns erros basicos que me dão agora para rir mas pelos quais toda a gente passa, penso. Agora, passado um ano e uns meses destas andanças já tenho a guitarra que sempre quis, uma epiphone les paul standard, e agora riu-me sozinho das pessoas que diziam mal da minha bonita behringer e agora me pedem por favor para tocar na les paul. Agora arrependo-me de não ter dado tanto valor à behringer porque agora que a vendi, e mesmo tendo uma guitarra que adoro, sinto falta da minha guitarra mais leve e menos confortável em que comecei.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009

"Enquanto aprendia todos os segredos de "Back in the Saddle", apercebi-me de como são ideiossincráticas as formas como Joe e Brad tocam, e percebi também que ninguém é capaz de tocar como qualquer outra pessoa senão como si própria. A imitação deve ser só um degrau, um ponto de apoio para que um músico encontre a sua voz, mas nunca deve chegar a construir essa voz: ninguém deve chegar ao ponto de imitar os seus heróis até a um grau de cópia nota a nota. A guitarra é uma forma de expressão demasiado pessoal para isso. Ela deve ser exactamente o que é: uma extensão única do músico."
in autobiografia do lendário guitarrista dos Guns N' Roses
quinta-feira, 7 de maio de 2009
a liberdade nos dias de hoje
Nos dias de hoje, os jovens têm liberdade total em todos os aspectos, praticamente e, ainda assim, estes mesmos não vivem satisfeitos, desejando, sempre que podem, infrigir as poucas regras que lhes são propostas.
Relativamente à época em que os pais destes jovens viveram a sua adolescência, no aspecto da liberdade tudo mudou imenso. Na minha opnião, considero que os pais da actualidade desejam dar aos seus filhos o que não lhes foi proporcionado, logo, há um certo exagero destes a este nível. Todos os dias vejo jovens a sair à noite, cada vez mais novos, a embriagarem-se, a consumirem drogas; contam-me os meus amigos histórias em que foram desagradáveis com os seus pais ou com os seus professores. Vejo nesta comunidade jovem um futuro de ideias apenas a nível do prazer, do lazer, ao contrário dos pais, que tinham ideias de trabalho e de família unida.
Depois de reflectir sobre este assunto, pergunto-me preocupado, "como será que este país vai ser conduzido quando esta geração prevalecer?"
(in teste de portugues)


